sábado, 29 de março de 2008

O fraco jamais perdoa: o perdão é uma das características do forte." Gandhi

Tiros em Ruanda

Faço aqui uma pequena parada, em meu tema de mestrado para refletir sobre o trabalho que faço com transcrições africanas. Entro diariamente em contato com relatos da guerra de Angola, tanto a da descolonização quanto a civil, isso me levou naturalmente a uma curiosidade sobre a história desse continente ainda hoje ignorado do resto do mundo. Tenho fé, como uma cristã, mas muito mais que isso como um ser humano que foi criado no amor e aprendeu a amar, que agora estajamos entrando em uma fase em que genocidios não ocorram mais. Tenho dúvidas, as vezes, como muitas pessoas, penso eu , eu perco minha fé, não em Deus, mas na humanidade e no que fizeram com seu livre arbitrio...Matar alguém pela cor da sua pele? Matar alguém porque nasceu na tribo vizinha? Não meus amigos isso não é coisa de povos barbaros meus leitores, não se esquecem do genocidio judeu, praticado pelos alemãs, país berço de tantos teóricos que lemos e admiramos até hoje. Civilização, é um conceito inutil sem amor. Rapidamente o mais forte destroi o mais e assim vai em uma roda, quem mata mais, que sangue é mais puro...seu pai matou meu pai...então vou te matar. Meu Deus, evolução, será que estamos evoluindo mesmo? Será que um dia o ser humano antes de infligir a dor pensará e se fosse eu? E baixará as armas?
Luanda em Angola e Kigali em Ruanda, são só exemplos da dor causada pelo preconceito e a opressão, por um colonialismo desorganizado e obviamente egoista.
A Africa é um territorio rico em sua literatura e em sua história, não a mesnosprezem meus caros leitores, não se esqueçam que assim como a nossa américa ela se divide em paises muitos diferentes, com histórias e culturas diferentes. Mergulhem um pouco no desconhecido verão que sempre a muito a ser explorado.

Nenhum comentário: